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Alberto Giuliani

SURVIVING HUMANITY

Alberto Giuliani

A obra Surviving Humanity explora o futuro da humanidade.

As alterações climáticas, o crescimento demográfico, as espécies em extinção e as guerras. De acordo com as opiniões dos especialistas, nas próximas décadas enfrentaremos enormes desafios globais que, pela primeira vez na história, poderão colocar em risco a sobrevivência do ser humano.

Este trabalho explora o que a ciência está a realizar no mundo para enfrentar o futuro. Surviving Humanity vai ao encontro dos cientistas que se ocupam do nosso destino e exploram os lugares onde concebemos a nossa resiliência.

O projeto Surviving Humanity reuniu-se com astronautas da NASA nas encostas do vulcão Maunda Loa, no Havai, onde simulam a vida em Marte. Na pequena aldeia de Ny-Alesund (Svalbard), no Ártico, o projeto conta a vida de cinquenta cientistas de todo o mundo que estudam as alterações climáticas, o derretimento do gelo e as mudanças súbitas na nossa atmosfera. E, a apenas algumas milhas mais a sul, na capital Longyearbyen, todos os países do mundo depositaram as sementes das suas colheitas no Silo Global de Sementes, um bunker construído sob o gelo para proteger a biodiversidade de qualquer perda acidental e catastrófica.

Em Phoenix e em Detroit, o Surviving Humanity encontrou-se com os pais fundadores da criopreservação humana, tendo descoberto que já seiscentas pessoas em todo o mundo decidiram ser congeladas para renascer no futuro. E, na China e na Coreia, o projeto explorou as tecnologias de clonagem, a modificação genómica e os estudos mais arriscados sobre o ADN humano. Mais tarde, o Surviving Humanity conta a realidade do bunker de luxo, onde os ricos planeiam esconder-se no dia do apocalipse.

O projeto também se encontrou com robôs humanoides que, no Japão, desempenham já um papel na sociedade e visitou a maior biosfera do mundo, no Reino Unido, um símbolo do desafio derrotado do homem contra o impossível, mas também o lugar onde se espera preservar a biodiversidade da floresta tropical, que continua a sofrer perdas na natureza.


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